Letras pequeninas da água engarrafada.

Já leram as letras pequeninas da água engarrafada?

Dicas: data de análise, alteração de composição.

Já leram as letras pequeninas da água engarrafada? Dicas: data de análise, alteração de composição.

Já leram as letras pequeninas da água engarrafada?
Dicas: data de análise, alteração de composição.

Água engarrafada: um desperdício de dinheiro, um atentado ambiental!

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Limpeza em linha recta: um pequeno gesto, uma grande mudança

Se cada pessoa que usufrui da praia fosse capaz de limpar apenas um único plástico, as nossas praias estariam limpas e o mar mais saudável.

Não é preciso organizar uma limpeza de praia com muitas pessoas. Basta um único gesto cada vez que vais à praia.

Eu chamo-lhe limpeza em linha recta. Se no teu caminho surgir um plástico grande ou pequeno:

  • Não te desvias.
  • Não fazes de conta que não está lá.
  • Não dizes que “alguém” deveria limpar a praia.

Apanhas o plástico e levas para o contentor.

Parece-te pouco? Mas não é.

O teu pequeno, único e singelo gesto vai evitar que aquele plástico continue a poluir o mar por centenas de anos.

Penso nisto enquanto vejo o mar repleto de pranchas incapazes deste gesto.

Pego numa garrafa e vou-me embora.

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Água engarrafada: um desperdício de dinheiro, um atentado ambiental

Quanta poluição dos nossos mares, rios e florestas é causada por garrafas de água?

Para responder a esta questão basta olharmos à nossa volta.

Há garrafas de plástico de água espalhadas por todo o lado. Plástico que à medida que se degrada contamina os solos onde crescem os nossos vegetais, que mata os peixes, que assassina as aves.

Mas além disso, é preciso considerar o desperdício dos recursos gastos em produzir garrafas, tampas, rótulos, engarrafar, transportar e distribuir, algo que está ao alcance de um simples gesto e que funciona de forma sustentável desde o tempo dos romanos: abrir a torneira.

Beber água engarrafada é coisa de país de 3º mundo

Apenas 11% da população mundial tem acesso a água potável. Em Portugal, pertencemos a esta elite de privilegiados. E o que fazemos? Bebemos água engarrafada.

Ter acesso a água potável é um direito dos cidadãos portugueses.

Se têm dúvidas acerca da qualidade da água que recebem na vossa torneira, pela vossa saúde, façam análises à qualidade da água num laboratório. E já agora levem também uma garrafa da vossa água preferida e analisem também: muita gente terá surpresas.

Se a qualidade da água da torneira for imprópria para consumo apresentem uma reclamação escrita junto dos serviços municipalizados da vossa zona e do Ministério do Ambiente!

Estão a exigir um direito que é pago com o vosso dinheiro dos impostos e da vossa conta da água, que como sabemos não é barata, e a zelar pela saúde de todos!

A qualidade da água da torneira é mais controlada do que a água engarrafada

Duvidam?

Vejam no rótulo da garrafa de água qual foi a data da última análise realizada. Vão ficar surpreendidos! Normalmente, foi há meses atrás.

A qualidade da água da rede é analisada frequentemente.

Água engarrafada é um artigo de luxo caríssimo

Surpresa: a água engarrafada vem dos mesmos sítios que a água da torneira. Lembremo-nos das aulas da primária, do ciclo da água. A “água de nascente” não nasce. Vem das chuvas, dos rios, dos lagos, dos lençóis freáticos, das barragens.

E depois é simplesmente engarrafada e vendida a um preço exorbitante em relação ao seu custo.

Quanto custa produzir um sumo ou vinho antes de ser engarrafado?
Quanto custa “produzir” água? Nada.

Mas o preço para o consumidor é muito semelhante.

A água engarrafada custa 2 000 vezes mais do que a água da torneira. Conseguem imaginar o lucro obtido com a venda da água engarrafada?

Se os vendedores de sanduíches tivessem lucros iguais, cada sanduíche custaria 2 000 Euros.

Num país com dificuldade económicas comprar um artigo de luxo como água engarrafada não será uma incoerência?

O plástico das garrafas contamina a água engarrafada

Chocados?

Então vejamos:

  • Já pensaram porque é que os rótulos das garrafas de água dizem para protegê-las da luz e do calor?
  • Já pensaram que a água dos rios mais puros está exposta à luz e ao calor e não há problema?
  • Já pensaram no que acontece quando o plástico é exposto ao calor?
  • Já sentiram o sabor da água de uma garrafa de plástico exposta ao calor?

Pois é, o plástico das garrafas de água quando exposto ao calor liberta toxinas para a água.

E quanto calor já recebeu uma garrafa de plástico com água até a beberem? Das múltiplas vezes que foi carregada, transportada, descarregada, armazenada, até chegar à vossa mesa?

Simplesmente não sabemos, mas principalmente no Verão é possível que já tenha apanhado muito calor.

Se tiverem mesmo de beber água engarrafada optem por garrafas de vidro, de preferência com vasilhame (tara recuperável: elas existem!).

São mais saudáveis para vós e para o Ambiente. O vidro como não se degrada e por isso não irá contaminar os solos ou a água.

Claro que estar sempre a produzir novas garrafas de água de vidro ou reciclá-las também degrada o Ambiente. Mas é um mal muito menor do que o causado pelas garrafas de plástico descartáveis, que mesmo contra nossa vontade poderão ir acidentalmente contaminar o Ambiente, por exemplo se uma tempestade espalhar o conteúdo do eco-ponto da nossa rua.

Água engarrafada está ser abandonada em países desenvolvidos

A indústria da água engarrafada é um negocio bilionário instituído há apenas cerca de 50 anos que explora e prejudica milhões de pessoas à escala mundial. Durante séculos a Humanidade existiu sem água engarrafada.

– Mas agora há poluição que contamina os cursos de água.

É irónico que parte desta poluição é justamente causada pela indústria da água engarrafada. Ou seja, causam um problema para vender a solução.

Inteligente não?

Mas a situação tem de mudar. E está a mudar. Em São Francisco no Estados Unidos da América, nação acusada de ser dominada por lobbies económicos e capitalismo selvagem, a venda de água engarrafada em locais públicos foi proibida.

Consciencializar é a única maneira de salvar o nosso futuro

Investi umas horas do meu tempo a escrever este artigo porque temos que agir para defender o ambiente no nosso país.

Sou só um. Hoje fiz a minha parte.

Se quiserem fazer a vossa, partilhem este artigo!

Fotografias e vídeos



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Limpeza de praia no Baleal: missão cumprida

Bom dia.

Quero desta forma agradecer em meu nome, pelo movimento TaraRecuprerável.org na pessoa do Daniel Gomes, aos colegas do Grupo de Voluntariado da BW-STET: José Lopes e esposa; Paulo Cunha e esposa; Jesus Bento e restante família e amiga, Fátima Cassapo e José Cassapo, que de forma voluntária se associaram a esta ação de limpeza de parte do cordão dunar do Baleal.

A título de informação, estiveram envolvidas cerca de 45 pessoas que conseguiram recolher cerca de 2000 litros de detritos. Imaginem se em vez de 45 pessoas eram 50 ou mesmo 51; pois a simples presença de mais um elemento faz a sua diferença.
Desta vez foi no Baleal, mas deixo o desafio para que numa próxima, seja numa outra praia, mata ou noutro espaço, que seja habitualmente o vosso “retiro” e achem que verdadeiramente que necessita de uma limpeza, que tomem a iniciativa!

Fátima, foi com imenso prazer que com a colaboração do Baleal Surf camp com o seu staff, demos a oportunidade de 16 corajosas jovens raparigas, usufruírem de uma experiência que acredito para elas foi inesquecível e marcante nas suas vidas tal como foi para mim. Quero deixar expressa a minha disponibilidade, de em caso se pensar em proporcionar mais experiências de Batismos de Surf a outras instituições com as quais habitualmente colaboramos, de dar todo meu apoio nos contactos necessários de forma a conseguir realizar tais ações.

Esta ação contou com a colaboração de pessoas relacionadas com as seguintes organizações:

A todos o meu Muito Obrigado!!
Rui Santos

Aqui ficam algumas fotos tiradas pelo António Travassos no Sábado dia 21 de junho de 2014, primeiro dia de verão, de uma iniciativa de recolha de lixo com bastante adesão.

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Ajuda a limpar a praia no dia 21 de Junho às 15:00

Gostas de ver lixo na praia?

Não? Então junta-te a nós e toma acção para ajudar a resolver o problema!

Esta é uma iniciativa de pessoas como tu. 

Quando?

No Sábado dia 21 de Junho de 2014 às 15:00.
Se não puderes vir não há problema, fica para a próxima.
Podes sempre ajudar partilhando esta iniciativa com os teus amigos.

Onde?

Em frente ao bar do Bruno na praia do Baleal em Peniche às 15:00.

O que trazer?

  • Luvas de proteção grossas para evitar cortes com vidros partidos ou latas ferrugentas;
  • Sacos do lixo de preferência grandes (mais de 30 litros);
  • Apetrechos que julgues serem uma ajuda na recolha;
  • Boa vontade!

Como vai ser?

Depende do número de voluntários que apareçam. Esperamos ser muitos por isso tragam os vossos amigos.

  1. Explicamos cuidados a ter durante a recolha principalmente se houverem pequenotes a participar;
  2. Decidimos as zonas alvo de limpeza. Em princípio será a zona dunar do Baleal porque está muito poluída e é impossível de limpar com meios mecânicos;
  3. Decidimos os pontos de entrega do lixo recolhido;
  4. Distribuímos grupos;
  5. Mãos à obra!

Cada voluntário é livre de decidir como participar e durante o tempo que quiser.

Junta-te a outras pessoas como tu que se preocupam com o nosso Ambiente:

 

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TaraRecuperavel.org faz 2 anos

Faz hoje 2 anos que iniciei o movimento TaraRecuperavel.org para acabar com as garrafas no ambiente.

Iniciei o movimento porque por mais plástico que ajude a limpar da praia no dia seguinte aparece sempre mais plástico.

Iniciei-o porque descobri que os alemães tinham aplicado uma solução com sucesso pelo menos para as garrafas.

Iniciei-o porque “alguém” tinha de fazer alguma coisa. Toda a gente é alguém e eu também.

Iniciei-o porque na FCCN (extinta pelo actual desGoverno) foram-nos concedidas 10 horas no ano para fazer voluntariado e incentivar a responsabilidade social dos trabalhadores. Foi o começo de muitas 10 horas no meu tempo pessoal que já investi neste movimento.

Comecei sozinho à frente de um computador a escrever o Manifesto para me convencer de que se tratava de uma boa ideia após ter ouvido pela n-ésima vez na minha vida que “em Portugal nunca ia dar”.

Passaram 2 anos:

E o que os números não contam são as pessoas extraordinárias que conheci, o que aprendi com elas e acerca de mim.

Fizemos muito, falta fazer muito. Conto convosco e com muitos mais.

Dá muito trabalho, não dá dinheiro. Somos parvos?
Somos o que somos, não somos o que temos.

Obrigado a todos!

Daniel Gomes
16/05/2014

 

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A água não cai do céu!!!

Menino, o dinheiro não cai do céu!
A comida na mesa não cai do céu!
A roupa do armário não cai do céu!
A água das garrafas não cai do céu!

não?

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Era uma vez uma linda bebé: um conto para adultos.

Era uma vez uma linda bebé que tinha sede.
A sua Mamã comprou uma garrafa de plástico com água para dar à sua linda bebé.
Com a pressa, a garrafa caiu no chão da rua.
Muita gente na rua viu a garrafa mas ninguém a apanhou.
Vieram as chuvas e a garrafa de plástico foi parar às margens de um rio que outrora já foram limpas.
Muita gente nas margens viu a garrafa mas ninguém a apanhou.
O rio subiu e levou a garrafa de plástico para uma praia que outrora já fora limpa.
Muita gente na praia viu a garrafa mas ninguém a apanhou.
A garrafa de plástico foi arrastada pelas marés para o mar alto.
Muita gente nos barcos viu a garrafa mas ninguém a apanhou.

Uma baleia engoliu a garrafa de plástico por engano e…
Morreu.

A garrafa de plástico saiu do esqueleto da baleia e voltou a flutuar no mar.
Uma ave julgou que a garrafa fosse comida, deu-lhe umas bicadas, engoliu os pedaços de plástico e…
Morreu.

Os pedaços de plástico da garrafa passaram a flutuar no mar.
Um peixe julgou que fossem comida engoli-os e…
Morreu.

Os pedaços de plástico continuaram a sua triste e inadvertida chacina durante 30 anos.
Até que um dia voltaram à praia onde a garrafa tinha estado.
A Mamã era agora Avó. A sua nova linda bebé era agora a sua netinha. A praia era a mesma que outrora já fora limpa.
A Avó voltou-se para pegar numa toalhita para limpar a papa das bochechas rosadas da sua linda bebé.

Num segundo, a sua linda bebé, rápida e inocente como são as lindas bebés, viu, apanhou, engoliu o pedaço da garrafa de plástico e…
Sentiu uma ponta a cravar-se-lhe na sua pequenina garganta.
Sentiu uma dor como nunca tinha sentido.
Uma aflição como nunca tinha experimentado.
O ar a faltar-lhe…
A sua vidinha. Tão curta, tão inocente. A passar-lhe pelos seus olhos pequeninos que ainda tão pouco tinham visto. Queriam chorar mas não conseguiam. Gritar mas não conseguia.
A vida da sua linda bebé tão pequenina, tão curta…a desaparecer…

Se a sua Avó soubesse, nunca teria comprado a maldita garrafa de plástico com água.
Se a sua Avó soubesse, teria apanhado do chão todas as garrafas de plástico que encontrasse.
Se a sua Avó soubesse, teria feito muito mais para que esta tragédia nunca tivesse acontecido.

Se a sua Avó soubesse, não teria sido necessário o milagre que aconteceu quando a sua linda bebé, no meio de gritos e aflição, buscou as forças que só os bebes têm, e vomitou o maldito pedaço da garrafa de plástico.

Encheu os seus pulmõezinhos como se fosse a primeira vez e Respirou!

Se a sua Avó soubesse, não tinha atirado o maldito pedaço de plástico de volta para o mar…

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Recolha selectiva obrigatória na administração pública: pergunta e resposta do Governo

Pergunta do cidadão:

  • Nome: Daniel Gomes
  • Titulo: Recolha selectiva obrigatória na administração pública
  • Mensagem: Boa tarde, A reciclagem é essencial para melhorar o ambiente em Portugal e sustentabilidade da nossa economia. Então porque é que a recolha selectiva de resíduos não é obrigatória nas organizações da administração pública? Obrigado pelo atenção.

Resposta do Governo:

Ex.mo Sr.,

Em resposta à questão colocada no que se refere à obrigatoriedade de reciclagem de resíduos por parte de organismos da Administração Pública (AP), cumpre informar que foi elaborado o Guia de Acompanhamento da Gestão de Resíduos na Administração Pública com vista ao apoio dos responsáveis da AP que pretendem identificar as melhores práticas de gestão de resíduos a aplicar, de forma a atingir os objetivos e as metas previstas na legislação e potenciar os resultados esperados para a prevenção da produção de resíduos.

Este documento tem em conta o definido na legislação, no que se refere às metas nacionais estabelecidas, em que a AP deverá assumir um papel relevante na consecução dos objetivos, evidenciando os principais mecanismos que devem ser adotados, e identifica de forma clara as ações que devem ser seguidas em consonância com os princípios da hierarquia de gestão de resíduos, bem como o encaminhamento que deve ser dado aos resíduos recolhidos, assegurando o seu adequado destino final.

Simultaneamente, este guia é também uma resposta ao desafio de modernização da AP, em várias vertentes – modernização administrativa, simplificação de procedimentos, desmaterialização de processos – contribuindo não só para as metas e objetivos nacionais, de acordo com o prescrito nas diretivas comunitárias, mas também para a política de qualidade nos serviços públicos, que passa também pela contenção de despesa e impõe a necessidade de poupança dos recursos postos à disposição da AP, evitando o desperdício.

As linhas orientadoras da elaboração desse guia pautam-se em pressupostos que se fundamentam nas políticas de ambiente, para este domínio, e na perspetiva de integração de políticas transversais, como as relativas à preservação dos recursos naturais, à política energética, e à interligação da saúde e ambiente, nomeadamente:

– O Regime Geral de Gestão de Resíduos, que no âmbito das políticas no domínio dos resíduos consagra os princípios da responsabilidade pela gestão, da prevenção e redução e da hierarquia das opções de gestão de resíduos que elege a prevenção, a reutilização e a reciclagem como vias preferenciais para a diminuição dos quantitativos de resíduos para eliminação e também nas economias dos processos produtivos, uma vez que os resíduos representam uma perda de recursos materiais e energéticos;

– O Plano Estratégico de Resíduos Sólidos Urbanos (PERSU II), aprovado pela Portaria n.º 187/2007, de 12 de fevereiro (atualmente em revisão), que representa um novo quadro de objetivos para os agentes do setor dos resíduos, apontando metas e objetivos, definindo uma calendarização faseada e a respetiva monitorização das medidas e ações propostas;

– A Estratégia Temática de Prevenção e Reciclagem de Resíduos, que estabelece as orientações para a ação da União Europeia e descreve os meios que permitirão melhorar a gestão de resíduos, limitando a sua produção e promovendo a sua reutilização, reciclagem e valorização, englobando todas as iniciativas que permitem reduzir ou eliminar, quer a quantidade, quer o caráter de perigosidade dos resíduos, e deve constituir-se como um objetivo prioritário nos processos de melhoria contínua, por ser mais eficiente e eficaz, reduzindo custos, riscos e preocupações ambientais associadas, sendo, por essa razão, a prevenção o primeiro objetivo desta estratégia para a minimização de resíduos.

– A Resolução do Conselho de Ministros n.º 2/93, de 7 de janeiro, que obriga à utilização de papel reciclado e à recolha seletiva de papel usado nos serviços da AP;

– A Estratégia Nacional para as Compras Públicas Ecológicas 2008-2010, aprovada pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 65/2007, de 7 de Maio, que constitui o documento orientador do Sistema Nacional de Compras Públicas, previsto no Decreto-Lei n.º 37/2007, de 19 de fevereiro, para a adoção de práticas e preferência pela aquisição de bens e serviços que promovam a proteção do Ambiente; e

– O Decreto-Lei n.º 366-A/97, de 20 de Dezembro, com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n.º 162/2000, de 27 de Julho e pelo Decreto-Lei n.º 92/2006, de 25 de Maio, que transpõe para a ordem jurídica nacional a Diretiva n.º 2004/12/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 11 de Fevereiro, relativa a embalagens e resíduos de embalagens.

Com os melhores cumprimentos.

Bárbara Barradas

Sugestão do cidadão:

Boa tarde Bárbara,

Agradeço-lhe o tempo que despendeu a dar-me esta completa resposta.

Aproveito para dar a conhecer o TaraRecuperavel.org que é um movimento
cívico de preservação ambiental que defende que todas as latas e
garrafas de bebidas usadas possam ser trocadas por dinheiro, à
semelhança do que acontece há anos em 12 países europeus como a
Alemanha ou a Holanda.

Esta mudança permitirá reduzir impacto ambiental, melhorar processos
de reciclagem e baixar os preços dos produtos para os consumidores.

Pode ser que esta venha a ser uma medida a incluir nas medidas futuras
de preservação ambiental delineadas pelo Governo.

Poderá ficar a saber tudo acerca do movimento em http://TaraRecuperavel.org

Despeço-me com o melhores cumprimentos, desejando-lhe as maiores felicidades.
/Daniel Gomes

 

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As nossas praias

As nossas praias são de todos, portanto são de ninguém.
O lixo das nossas praias é de todos, portanto é de ninguém.
Vamos deixar de ser ninguém e todos tomar conta das nossas praias.

Fotografias da Poluição nas praias de Ferrel em Peniche: “Point Fabril”.

Para agir já:

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